Bem Estar

Risco de perda auditiva afeta mais de 1,5 bilhão de jovens no mundo

A impossibilidade ou dificuldade de ouvir caracterizam a surdez, que apresenta diferentes níveis e origens. Estudos mostram que mais de 1,5 bilhão de jovens está sob risco de perda auditiva no mundo. As principais causas são doenças como viroses e meningites, uso de medicamentos e drogas, exposição a ruídos intensos, além de traumas na cabeça ou tumores.

Outros fatores incluem casos de surdez na família, nascimento prematuro ou baixo peso ao nascer, uso de antibióticos, além de infecções congênitas, como sífilis, toxoplasmose e rubéola. No Brasil, os surdos constituem 3,2% da população ou aproximadamente 5,8 milhões de brasileiros, de acordo com o Ministério da Saúde. Para se comunicar, os surdos utilizam uma adaptação à linguística, Libras – Língua Brasileira de Sinais, que foi reconhecida como meio legal de comunicação e expressão, por meio da Lei nº 10.436/2002.

Especialista afirmam que a surdez de condução é provocada pelo acúmulo de cera de ouvido, infecções ou pela imobilização de um ou mais ossos do ouvido. Por outro lado, a surdez de cóclea ou do nervo auditivo pode ter origem em viroses, meningites, uso de medicamentos ou drogas, exposição a ruídos de alta intensidade, além de traumas, problemas congênitos e fatores genéticos.

O tratamento varia de acordo com o desenvolvimento da condição em cada paciente. As intervenções podem ser feitas a partir de medicamentos, cirurgias e uso de aparelho auditivo. O Ministério da Saúde classifica a surdez em cinco tipos, de acordo com o nível de dificuldade em ouvir: ligeira, onde a palavra é ouvida, mas certos elementos fonéticos escapam da pessoa; média, onde a palavra é ouvida a uma intensidade muito forte; severa, quando a palavra em tom normal não é percebida; profunda: quando não há sensação auditiva e a cofose, que é a  surdez completa e ausência total do som.

Sobre autor

Nossa Radio USA - News

Nossa Radio USA - News

Add Comentário

Click here to post a comment