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Milhares de cidadãos da Flórida largam os empregos e preocupam economia do estado

O êxodo de milhares de trabalhadores deixando os seus empregos a cada mês, no estado da Flórida, está sendo chamado de a “Grande Demissão” e já é possível ver o impacto disso em regiões e indústrias de forma diferente. Quando as medidas de saúde pública que combatem o COVID-19 fecharam temporariamente as empresas, o mercado de trabalho ficou confuso como nunca antes.

O Bureau of Labor Statistics (Departamento de Estatísticas do Trabalho) mostra que 3% dos trabalhadores da Flórida deixam seus empregos todos os meses. O sul da Flórida é a região mais impactada do estado, por causa do tipo de indústria que existe na área.

Muitos empregadores do sul da Flórida dizem que estão tendo dificuldade em contratar trabalhadores, principalmente no setor de serviços. Há mais empregos disponíveis do que trabalhadores e de acordo com especialistas do mercado de trabalho essa falta de mão de obra, acaba elevando os salários e consequentemente a inflação. Economistas dizem que as empresas não devem esperar um retorno ao que era antes da pandemia por algum tempo.

De acordo com o Bureau of Labor Statistics 301 mil pessoas deixaram seus empregos em novembro de 2021, na Flórida. O número é superior em relação ao mesmo período do ano anterior, quando 230 trabalhadores resolveram pedir demissão. Estudos do Departamento de Estatísticas do Trabalho confirmam que 4,5% dos trabalhadores do varejo e 5,8% de quem está no setor de lazer e hospitalidade desistem dos seus empregos a cada mês. No entanto, o setor de alojamento e restauração em hotéis e restaurantes verifica 6% de desistência todos os meses, em média.

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