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Goleiro brilha nos pênaltis e Croácia avança para enfrentar Brasil

Livakovic deixou o próprio nome marcado na história da Croácia. Após o empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação, diante do Japão, o camisa 1 defendeu três pênaltis – de Minamino, Mitoma e Yoshida – e garantiu a classificação croata às quartas de final da Copa do Mundo.

O placar nas penalidades terminou em 3 a 1, depois de quatro cobranças para cada lado no estádio Al Janoub. No tempo normal, Maeda abriu o placar pelo Japão no primeiro tempo, e Perisic empatou no segundo.

Livakovic não passou despercebido durante os 90 minutos – e mais 30 da prorrogação – com defesas pontuais, mas mostrou mesmo seu poder decisivo no último momento da partida: a disputa por pênaltis. Com tranquilidade, defendeu os chutes de Minamino, Mitoma e Yoshida, e colocou a Croácia novamente nas quartas de final.

Perisic deixou o primeiro dele nesta Copa do Mundo e igualou Suker como maior artilheiro da Croácia na história do torneio, com seis gols. É o primeiro jogador a marcar 10 gols pela seleção europeia em competições internacionais – entre Eurocopas e Copas do Mundo. Garantiu o empate que mandou a decisão para prorrogação e pênaltis.

O meio-campista chegou a 16 jogos de Copa do Mundo na carreira, sendo o atleta que mais vestiu a camisa da Croácia no torneio – atuando em 2006, 2014, 2018 e 2022. Teve provocação da torcida japonesa, com cartaz de “Onde está Modric?”. Ele respondeu com um chutaço, que não terminou em gol. Saiu em branco, substituído na prorrogação, mas muito ovacionado pela torcida.

Japão e Croácia fizeram uma primeira etapa equilibrada – com três finalizações para cada – e que teve apenas os minutos iniciais de investidas constantes. O ritmo morno dominou maior parte do duelo, com os croatas valorizando a imposição pela posse de bola e os japoneses trabalhando no erro e com troca de passes até a área.

Fechado na defesa, o time nipônico fez valer a postura aos 42 minutos – Daizen Maeda aproveitou o rebote e marcou depois de um escanteio na área: 1 a 0. O lance passou por análise do VAR – por suspeita de posição irregular – e foi confirmado. Sem mais mudanças, o primeiro tempo encerrou com o Japão na frente.

Não houve mudanças nas escalações, mas a Croácia respondeu – em pouco tempo – com o empate. Aos nove minutos, Lovren cruzou da intermediária e Perisic subiu para cabecear para o gol: 1 a 1. O ritmo morno da primeira etapa terminou substituído por investidas frenéticas – somando 10 finalizações em pouco mais de 20 minutos.

O Japão finalizou com Endo e parou em boa defesa de Livakovic. Aos 17, quem brilhou foi o goleiro Gonda, após chutaço de Modric de fora da área. Ainda houve novas tentativas de ambos os lados, mas que não resultaram em gol. Com o empate no tempo normal, a decisão partiu para a prorrogação.

Não houve mudanças nas escalações, mas a Croácia respondeu – em pouco tempo – com o empate. Aos nove minutos, Lovren cruzou da intermediária e Perisic subiu para cabecear para o gol: 1 a 1. O ritmo morno da primeira etapa terminou substituído por investidas frenéticas – somando 10 finalizações em pouco mais de 20 minutos.

O Japão finalizou com Endo e parou em boa defesa de Livakovic. Aos 17, quem brilhou foi o goleiro Gonda, após chutaço de Modric de fora da área. Ainda houve novas tentativas de ambos os lados, mas que não resultaram em gol. Com o empate no tempo normal, a decisão partiu para a prorrogação.

A “terceira etapa” começou com cautela de ambos os lados, que evitavam correr riscos. No primeiro tempo da prorrogação, houve cabeceio de Taniguchi pelo Japão e a saída de Luka Modric – ovacionado pela torcida.

O gol do Japão quase saiu aos 14: Mitoma deu um chutaço e parou no goleiro Livakovic. Sem redes balançadas, seguiu o empate: 1 a 1. No segundo tempo, o cansaço pareceu ainda mais evidente. As novas chances pararam na marcação e sem redes balançadas. Decisão foi para os pênaltis.

Nos pênaltis, a Croácia converteu com Vlasic, Brozovic e Pasalic – enquanto Livaja acertou a trave. Do lado oposto, o Japão só converteu um, com Asano. Perdeu os outros três com Minamino, Mitoma e Yoshida – em chutes defendidos pelo goleiro Livakovic.

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