Bem Estar

Conheça os tipos de colesterol e saiba como controlar para viver melhor

A composição do colesterol é uma só, o que muda é o seu meio de transporte, ou seja: a lipoproteína (partícula) à qual está associado, de acordo com o Ministério da Saúde. Ela pode ser de alta ou de baixa densidade, dependendo da composição, com funções diferentes.

Colesterol LDL: o colesterol combinado às lipoproteínas de baixa densidade é chamado de LDL. Em excesso, pode se depositar nas paredes das artérias, formando placas de gordura que aumentam o risco de obstrução e consequentemente, de infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Por isso, o LDL é conhecido como “colesterol ruim” e seu nível deve ser mantido baixo.

A principal consequência do excesso do colesterol LDL, e consequentemente da obstrução das artérias, é o aumento do risco de doenças cardiovasculares como: infarto agudo do miocárdio e AVC.

Colesterol HDL: conhecido por ser quem “resgata” o colesterol das células para ser eliminado. São lipoproteínas de alta densidade que, quando combinadas ao colesterol, são chamadas de HDL. Ele ajuda a evitar a obstrução das artérias, sendo conhecido como “colesterol bom” e seu nível deve ser mantido alto.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a hipercolesterolemia familiar (HF) acomete 10 milhões de pessoas no mundo e 300 mil no Brasil. “Um hábito alimentar com consumo alto de carnes vermelhas, gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados, aliado ao baixo consumo de frutas e de hortaliças, favorece a hipercolesterolemia e aumenta o risco das doenças cardiovasculares”, explica a pesquisadora Ana Luisa Souza de Paiva Moura, da coordenação-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

“Se o padrão alimentar for equilibrado, a pessoa pode ter uma vida saudável e manter o colesterol em concentrações adequadas”, completa. A especialista ainda alerta que o problema não está limitado a apenas uma faixa etária. Pessoas de qualquer idade, até mesmo crianças, podem ter colesterol alto. Isso pode se dar por questões genéticas, mas em grande parte está ligado à inatividade física e à má alimentação.

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